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 OMÌ CIA DE DANÇA 

 

CONHEÇA O COLETIVO

A Omì Cia de Dança é um grupo que desde o ano de 2008, desenvolve dança cênica informada pelos estudos técnicos e sociais de danças a dois. Começou sua trajetória a partir da iniciativa do diretor Éder Soares, que reuniu bailarinos de dança de salão para desenvolver trabalhos artísticos, cuja proposta para os processos criativos já envolviam aprofundamentos das danças de salão em hibridização com outras danças.


No grupo, a investigação é a locomotiva para a sua renovação. O diretor juntamente com os bailarinos desenvolve o que nomeiam de Método Omì, um método corporal no qual se afirma a partir da hibridação de técnicas de danças de salão, exercícios proprioceptivos, contato e improviso e princípios da circularidade observado na capoeira. O resultado é um método investigativo de dança a dois, que pode ser usado nos ensinos de dança, assim como para criação e composição coreográfica.


Anualmente, cada membro da companhia é estimulado a desenvolver uma pesquisa prático/teórica individual, cujos resultados processuais são partilhados de maneira oral no final do ano, para todos os outros membros integrantes da Cia e demais colegas/artistas que se interessam pelos assuntos abordados. Durante os sete anos de existência da Cia, o grupo pode se renovar algumas vezes e desenvolver alguns trabalhos. O primeiro material cênico foi As Quatro Estações, no qual explorava diversos ritmos das danças de salão.

 

Em 2010 estrearam o Fidelidade da Dor, espetáculo que estabelece um diálogo com os modos de compor na cena contemporânea e usa como ferramenta técnica o tango, samba e bolero. Em 2012 o grupo vai à cena com o Mais Profundo é a Pele, que usa como processo de criação o próprio método que se investiga dentro do grupo (o Método Omì), e usa como inspiração estética um distúrbio na pele desenvolvido pelo diretor, que possui fortes crises
alérgicas ao contato físico, mas escolhe vivenciar diariamente práticas de danças de contato. O trabalho é dançado até hoje pelo mesmo elenco que o estreou. Em 2013 apresentam uma releitura do espetáculo Fidelidade da Dor, dessa vez com um novo elenco de bailarinos, que foram capazes de dar outras influências de pensamentos e leituras corporais para o trabalho, realizando um bom número de apresentações pela cidade.


A Omì em 2016 realizou a quarta edição do evento intitulado Semana da Dança a Dois, que anualmente vem proporcionando um encontro entre pensadores, coreógrafos, pesquisadores, bailarinos, professores e admiradores das danças a dois, abrindo espaços para mostrar o resultado de novas pesquisas na cena e debater assuntos pertencentes ao inesgotável universo das danças compartilhadas a dois.


Atualmente, a companhia segue desenvolvendo e aprimorando diversas relações com a cultura popular nordestina. Inclinados principalmente ao aprendizado musical e corporal das principais matrizes que permeiam e compõem a trajetória do forró. E apoiados, pelo projeto Laboratório de

Criação 2016, desenvolvido pelo Porto Iracema das Artes, estrearam seu mais novo espetáculo: “Ibirapema, o forró que eu faltei”. E com este, segue tentando ampliar a rede de comunicação entre pessoas comuns e as artes cênicas.
Para a Omì Cia de Dança, ancestralidade não tem a ver com apegar-se ao velho e conservador, mas sim, um eficaz dispositivo de atualização e subversão de um novo, capaz de ser inventivo e substancial.

NA MOSTRA VOCÊ VÊ ATÉ 09/06/21

ESPETÁCULO: IBIRAPEMA, O FORRÓ QUE EU FALTEI

 

 

Ano da produção: 2016

Formato original: Espetáculo para caixa preta.

Formato na mostra: Transmissão da obra gravada previamente.

Duração: 50 minutos.

Classificação indicativa: Livre.

Sinopse: Entre danças, toques e cantos, a memória ancestral é narrada pelo mungango criativo dos corpos. Em busca de uma importante retomada histórica: o legado cultural do Forró. Elementos das tradições populares são articulados por intermédio de uma dramaturgia contemporânea, que de forma cativante e indispensável nos leva de volta pra casa. ‘Ibirapema, o forró que eu faltei’ é um espetáculo assinado pela Omì Cia de Dança (CE) e foi desenvolvido em pareceria com o Porto Iracema das Artes (CE), no Laboratório de Criação- Dança, em 2016, sob a tutoria de Helder Vasconcelos (PE).
 

FICHA TÉCNICA:
Direção Geral:

Éder Soares
Codireção:

Clarissa Costa
Bailarinos:

Jhon Morais

Victória Andrade

Luciene Feitosa

Vicente Mesquita

Jéssica Cruz

Jadilton Pereira

Clarissa Costa

Éder Soares (CE)
Comunicação Visual:

Tim Oliveira (CE)
Figurinos:

Paulo José (PE)
Aderecista:

Gutto Moreira (CE)
Trilha Original:

Vinicius Pereira (SP)

Nathanael Sousa (SP)

Marcenildo Duarte (CE)
Direção Musical e tutoria:

Helder Vasconcelos (PE)
Iluminação:

Walter Façanha (CE)
Iluminotécnica:

Ivna Ferreira (CE)

 ACOMPANHE A TRANSMISSÃO AO VIVO  

 DA OBRA DIA 06/06/21 (DOMINGO), ÀS 19H  

 PELO  YOUTUBE, CLICANDO AQUI :)  

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 TÉRMINO DA TRANSMISSÃO DO ESPETÁCULO, COM OS 

 INTÉRPRETES-CRIADORES: Éder Soares e

Clarissa da Costa.
 MEDIAÇÃO: Carlos Araújo

 NÃO HÁ NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO PRÉVIA

EM BREVE PUBLICAMOS O BATE-PAPO POR AQUI. AGUARDE!
 

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