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  SALÃO  

  DE COLETIVO CASA 4 (BA)  

  SINOPSE  

Amor, breguice e viadagem conduzem o 'dois pra lá, dois pra cá' de Salão. Em cena, busca-se repensar os estereótipos de gênero que tradicionalmente envolvem as danças de salão e excluem outras possibilidades de dançar a dois.

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  AVENIDA LENOX  

  DE BeHoppers (MG)  

  SINOPSE  

Em uma cidade sem nome, em um tempo indefinido, existe um salão de dança na Av. Lenox. Coração pulsante do swing jazz, ritmo das big bands como as de Duke Ellington e Count Basie, esse salão é onde os habitantes da cidade se encontram para celebrar seu amor pela dança e pela música. Nele, tudo é possível: tudo se transforma e todos são tratados de forma igualitária, sem distinção de cor, sexo, gênero, origem, religião, ideologia ou qualquer outra condição. A única coisa que importa é a dança.

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  DANÇAS AFROATLÂNTICAS  

  DE COLETIVO DANÇAS AFROATLÂNTICAS (SP)

  SINOPSE  

O que samba, tango, capoeira, forró, jazz, danças dos orixás e funk têm em comum? Neste espetáculo, em vídeodança, os dançarinos e pesquisadores do coletivo Danças Afroatlânticas trazem à cena elementos ligados às origens africanas e indígenas das danças de salão e das danças populares praticadas no continente americano, buscando responder às perguntas: “o que essas danças têm em comum?” e “o que delas se perdeu ao longo do processo de elitização e embranquecimento?”. Resgate e recriação convivem para compor esse espetáculo vibrante e questionador.

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  O BROTO: CONEXÕES POSSÍVEIS  

  DE TRUPE DO SALÃO (GO)

  SINOPSE  

O Broto – Conexões Possíveis é uma experimentação do dançar a dois num novo cenário, onde é preciso recriar o abraço, o contato e as formas de conexão. O espetáculo surge de pesquisas realizadas de forma online pela Trupe do Salão, com base em um trabalho que já ocorria antes da pandemia. O resultado é um roteiro audiovisual inédito de um processo que mescla nostalgia e novidade, proximidade e distanciamento, descobertas e frustrações. 

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  KARMA  

  DE MARIA CLAUDIA REGINATO E RODOLFO  MARCHETTI  

  LORANDI (SC)

  SINOPSE  

Karma é experiência, a experiência cria memória, a memória cria imaginação e desejo e o desejo cria um novo karma” (Deepak Chopra). Karma é sobre o excesso de desejos que habita em nós e sobre a potência de individuar-se neste processo. É sobre uma diferença como condução-mais-que-humana e sobre dançar o eterno retorno de uma diferença. Se somos uma das muitas possibilidades de nós mesmas(es/os), onde fica a linha que as separa e como as experienciamos? Karma é a palavra que usamos para (re)significar nossa dança, acontecendo, falando de nós e de vocês e sobre os acontecimentos que nos empurram outras(os/es), em cena. Questionar a realidade é algo que emerge em nossas ecologias, nossos karmas coletivos, e Karma nos faz questionar o fluxo entre nossas identidades, corpos, falas, pensamentos, movimentos, ações, conduções. Se tem o universo, mais de 13 bilhões de anos e somos os segundos finais desse tempo, é possível chegar a alguma conclusão? E ter um início para o movimento em condução? E quais desejos nos movem, quais movimentos repetimos? Karma fala de escolhas e o encontro com nosso próprio eu, em formação, através do outre(a/o), e traz inspiração para o movimento como que em bolhas atemporais que se expandem e nos guiam em cena.

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